Como é linda a Fernanda Lima, musa da edição de março de RG. Para apresenta-la, como se fosse necessário, reproduzimos a carta do diretor, palavras (belas palavras, aliás) de Jeff Ares sobre a loira de tirar o fôlego. “O mundo descobriu Fernanda Lima. Na hora certa, em que os anos a encontram bem, muito bem, tão bem… Tão gata, tão voluptuosa, tão mãe, tão bem casada, tão integrante da família Doriana. Suas trovejantes aparições no sorteio da Copa e na Bola de Ouro a alçaram ao posto de musa do Mundial e do esporte, mulher-símbolo do Brasil. Fernanda Lima nos representa. E não apenas pela geografia curvilínea ou pela loirice (sim, somos todas as raças). Mas também porque quebra estereótipos. O da loira burra, por exemplo, não passa nem perto. Basta ler o texto que ela escreve nesta revista, sobre si, cheio de elipses, autocrítico, coerente. E bem escrito. Ali, Fernanda Lima também detona o padrão de subserviência das celebridades que buscam a qualquer preço um cantinho de r...